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Caixa Econômica paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

Valor médio chega a R$ 683,28 com adicionais que reforçam proteção a crianças, gestantes e nutrizes; Auxílio Gás retorna em dezembro.

O pagamento do Bolsa Família referente ao mês de novembro segue nesta segunda-feira (24) para os beneficiários com NIS de final 6. A Caixa Econômica Federal mantém o valor mínimo de R$ 600, mas o tíquete médio do programa chega a R$ 683,28, impulsionado pelos adicionais pagos pelo Governo Federal.

O repasse movimenta a economia de todo o país: são 18,65 milhões de famílias atendidas, com um investimento total de R$ 12,69 bilhões. O acesso aos valores deve ser consultado pelo aplicativo Caixa Tem, seguindo o calendário tradicional dos últimos dez dias úteis do mês.

Além do benefício-base, permanecem ativos os pagamentos complementares:

  • R$ 150 por criança até 6 anos

  • R$ 50 por gestante e nutriz

  • R$ 50 por cada filho de 7 a 18 anos

  • Benefício Variável Familiar Nutriz: seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses

Esses adicionais elevam o valor médio do Bolsa Família, reforçando ações de combate à insegurança alimentar e apoio à primeira infância.

Em 735 municípios, o pagamento foi antecipado para o dia 14, independentemente do final do NIS. O objetivo foi atender famílias afetadas por situações de emergência, como fortes chuvas, estiagens e desastres naturais.

A lista inclui todas as cidades do Rio Grande do Sul e Acre, além de municípios no Rio Grande do Norte, Paraná, Sergipe, São Paulo, Piauí, Roraima e Amazonas. Entre os casos mais graves está Rio Bonito do Iguaçu (PR), que teve 90% das construções destruídas por um tornado.
A relação completa das localidades está disponível no site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

O Auxílio Gás, pago bimestralmente, não terá repasse em novembro. O benefício retorna em dezembro para famílias inscritas no CadÚnico e com ao menos um integrante beneficiário do BPC.
A legislação prevê prioridade para mulheres chefes de família e vítimas de violência doméstica.

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