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O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à prefeitura de Santarém, no oeste do Pará, que apresente cronograma para atualizar o site oficial do município. A recomendação, recebida pela gestão municipal no dia 1º de fevereiro, visa assegurar o acesso à informação. Confira a recomendação na íntegra Segundo o MPF, relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) identificou falha na transparência dos processos licitatórios do município. Com o recebimento da recomendação, o município tem prazo de 30 dias para apresentar resposta. Se a recomendação não for acatada, ou não for respondida, ou, ainda, se a resposta for considerada insatisfatória, o MPF pode promover medidas administrativas e ações judiciais que considerar pertinentes. O MPF recomendou, também, que sejam informadas quais estratégias o município irá adotar para garantir a atualização diária e contínua das informações públicas. A recomendação aponta que o site oficial da prefeitura está bastante desatualizado, a exemplos de editais lançados em 2017 que ainda constam como abertos para licitação. Para a procuradora da República Luisa Astarita Sangoi, a desatualização rotineira do site impede diretamente o acesso à informação por quem pretende consultar o andamento de processos licitatórios. A recomendação ressalta ainda que a atualização das informações é essencial para o cidadão exercer o controle e a fiscalização da aplicação de verbas públicas. A lei 12.527/11, que regula o acesso à informação, inclusive pelo poder público, garante que é dever do município “promover independentemente de requerimentos, a divulgação em local de fácil acesso, no âmbito de suas competências, de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas”. - PRINCESA 93.1 FM

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O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à prefeitura de Santarém, no oeste do Pará, que apresente cronograma para atualizar o site oficial do município. A recomendação, recebida pela gestão municipal no dia 1º de fevereiro, visa assegurar o acesso à informação. Confira a recomendação na íntegra Segundo o MPF, relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) identificou falha na transparência dos processos licitatórios do município. Com o recebimento da recomendação, o município tem prazo de 30 dias para apresentar resposta. Se a recomendação não for acatada, ou não for respondida, ou, ainda, se a resposta for considerada insatisfatória, o MPF pode promover medidas administrativas e ações judiciais que considerar pertinentes. O MPF recomendou, também, que sejam informadas quais estratégias o município irá adotar para garantir a atualização diária e contínua das informações públicas. A recomendação aponta que o site oficial da prefeitura está bastante desatualizado, a exemplos de editais lançados em 2017 que ainda constam como abertos para licitação. Para a procuradora da República Luisa Astarita Sangoi, a desatualização rotineira do site impede diretamente o acesso à informação por quem pretende consultar o andamento de processos licitatórios. A recomendação ressalta ainda que a atualização das informações é essencial para o cidadão exercer o controle e a fiscalização da aplicação de verbas públicas. A lei 12.527/11, que regula o acesso à informação, inclusive pelo poder público, garante que é dever do município “promover independentemente de requerimentos, a divulgação em local de fácil acesso, no âmbito de suas competências, de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas”.

Uma mulher foi presa por tráfico de drogas e associação criminosa na segunda-feira (11), em Santarém, oeste do Pará. A prisão ocorreu durante uma operação comandada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar que recebeu denúncia anônima de que um grupo planejava roubos a agências bancárias da cidade.

De acordo com a polícia, a informação inicial é que uma quadrilha do estado do Mato Grosso estaria na cidade para atuar em roubos, cometer crimes contra o patrimônio. A polícia começou então as investigações até chegar a uma residência, no bairro Santarenzinho, onde quatro homens e a dona da casa estava no local.

Na casa foi encontrada uma grande quantidade de drogas. A dona da residência, que já é conhecida da polícia foi interrogada e informou o local onde estava o restante da droga. A polícia foi até a outra residência, onde outra quantidade de entorpecente foi apreendida, além de uma bateria de um equipamento que bloqueia sinal de telefonia móvel também foi encontrada.

Os homens foram levados para a delegacia, foram ouvidos e posteriormente liberados, pois com ele a polícia não encontrou nada. A proprietária da casa foi presa por tráfico de drogas e associação criminosa. A polícia continua investigando os homens que já tem passagem pela polícia no Amazonas por roubo à banco.

* Colaborou a repórter da TV Tapajós Débora Rodrigues.

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