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Na próxima sexta-feira, em Washington, a Fifa realiza o maior sorteio da história da competição, agora com 48 participantes distribuídas em 12 grupos. A seleção brasileira, atualmente quinta colocada no ranking, será cabeça de chave novamente em 2026, repetindo a posição que ocupou em praticamente todas as edições anteriores. Apenas as Copas de 1958 e 1970 não tiveram separação por força esportiva, utilizando critérios geográficos.
A prática de dividir as seleções no sorteio com base no desempenho esportivo surgiu já na primeira Copa, em 1930, no Uruguai. Mesmo antes de conquistar seus maiores títulos, o Brasil já figurava entre as forças da época ao lado do país anfitrião, da Argentina e dos Estados Unidos, que tinham um campeonato profissional organizado.
Ao longo das décadas, o ranking de seleções mais influentes mudou bastante, mas poucas equipes mantiveram presença constante no grupo principal do sorteio. A Alemanha aparece como a segunda seleção mais vezes cabeça de chave, acumulando 17 participações. A Itália soma 16, enquanto a Argentina chega a 14. Outros países como Inglaterra, Espanha, França, Bélgica, Uruguai e Holanda também figuram entre os que mais ocuparam a posição.
A lista evidencia como o Brasil conseguiu se manter entre as grandes potências independentemente da geração, da fórmula da competição ou das mudanças no futebol mundial. Com a expansão da Copa em 2026, o sorteio desta sexta-feira definirá os primeiros passos das seleções rumo a um Mundial que promete ser o maior da história.