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Após ingerir a bebida, o consumidor procurou atendimento em um hospital particular, onde recebeu medicação e realizou exames de urina e sangue. Os testes feitos na unidade não identificaram a presença de metanol.
Segundo o relato da vítima, após a melhora parcial, ele buscou um laboratório particular para realizar um exame específico, que teria apontado resultado positivo para o composto químico.
A Sesma informou que as garrafas suspeitas foram recolhidas e encaminhadas ao Laboratório Central do Estado do Pará (Lacen) para análise. O prazo para divulgação dos resultados não foi informado.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) afirmou que, até o momento, não recebeu notificação oficial sobre o caso.
O metanol é um álcool utilizado na indústria para fabricação de solventes e outros produtos químicos. A ingestão é extremamente perigosa. No organismo, a substância é convertida em compostos tóxicos que podem causar danos ao fígado, medula, cérebro e nervo óptico, com riscos de cegueira, coma e morte. Também pode provocar insuficiências pulmonar e renal.
A Unimed Belém informou que instaurou apuração interna para avaliar o atendimento prestado ao paciente.
O Laboratório Paulo Azevedo afirmou que não está autorizado a comentar resultados de exames de clientes.
O supermercado Mais Barato, onde o uísque foi adquirido, comunicou que todos os produtos suspeitos foram retirados das prateleiras e estão à disposição das autoridades, seguindo protocolos de verificação e rastreamento junto ao fornecedor.
As investigações seguem acompanhando o caso para confirmar se houve, de fato, contaminação da bebida por metanol.