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O estudo avaliou 170 grandes centros urbanos e analisou fatores diretamente ligados à qualidade de vida, como trânsito, custo de vida, acesso à saúde, criminalidade e poluição do ar.
Segundo o ranking, a capital paulista aparece na 8ª posição, com índice de estresse de 7,14. Mesmo apresentando um custo de vida considerado baixo em relação a outras metrópoles, a cidade enfrenta deslocamentos demorados, altos índices de criminalidade e níveis significativos de poluição atmosférica.
No topo do ranking aparece Nova York, com pontuação 7,56, puxada pelo alto custo de vida e congestionamentos crônicos. Dublin surge logo em seguida, influenciada por deslocamentos longos e mercado imobiliário caro. Também figuram entre as cidades mais estressantes: Cidade do México, Manila, Londres, Milão, Atenas, Turim e Kolkata.
O estudo também revelou os locais onde a vida tende a ser mais equilibrada. O destaque é Eindhoven, nos Países Baixos, com índice de estresse de apenas 2,34. A cidade combina deslocamentos curtos, infraestrutura eficiente, baixos índices de criminalidade e boa qualidade do ar.
Os Países Baixos, inclusive, se sobressaem ao emplacar quatro cidades entre as dez menos estressantes: Eindhoven, Utrecht, Groningen e Rotterdam. Também aparecem na lista capitais australianas e cidades nórdicas conhecidas pela organização urbana e alta qualidade de serviços públicos.
O levantamento reforça um cenário já conhecido por moradores de grandes metrópoles: desafios cotidianos como trânsito, insegurança e poluição têm impacto direto no bem-estar e tornam o ambiente urbano mais desgastante.