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Guardas portuários entram em greve e três portos do Pará têm atividades paralisadas

Greve é por tempo  indeterminado

 

Foto: Rafaelly Nascimento

Na manhã desta quarta-feira(13), Guardas Portuários da Companhia Docas do Pará (CDP) entraram em greve e pedem por avanços no acordo coletivo entre a empresa e a categoria. As atividades foram parcialmente paralisadas no porto Miramar, em Belém, PVC, na Vila do Conde em Barcarena, e no porto de Santarém.

O presidente do Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá (Sindiguapor), Rodrigo Rabelo, informou que a paralisação é por tempo indeterminado.

“Começamos às 5h nos três portos e o porto aqui está sem movimentação. Recebemos apoio dos demais trabalhadores e não temos previsão para sair daqui. Já cedemos muito para que o acordo coletivo fosse aprovado, retiramos 31 cláusulas, de um total de 60. Essa greve é para que esse acordo coletivo seja aprovado”, disse  o presidente do Sindiguapor.

Segundo o diretor do Sindicato dos Portuários do Pará e Amapá (Sindporto), Diego Filgueiras, a entidade apoia a categoria e diz que a ação já está sendo cobrada há dois anos e existem uma série de reivindicações.

“Estamos há quatro anos com salários congelados e há dois anos negociando acordo coletivo com a empresa. No último mês, a CDP mandou a proposta com redução de remuneração, aumento de jornada de trabalho sem compensação, e ainda assim os trabalhadores aceitaram para que o acordo coletivo passasse a valer e passássemos a ter uma estabilidade jurídica, mas a empresa não consegue resolver com Brasília, aprovar um acordo que ela mesma propôs, e por isso chegamos à greve”,  frisou o representante dos portuários.

Decisão Judicial

Na tarde desta quarta, o Sindicato dos Guardas Portuários do Pará (Sindiguapor) recebeu um mandado da Justiça proibindo o fechamento dos portos no Pará. Porém, a categoria resolveu manter o fechamento total dos terminais.

A medida alcança os portos de Santarém, Miramar, em Belém, e Vila do Conde, em Barcarena. A multa diária pelo descumprimento da decisão é de R$ 50 mil.

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