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Índice de infestação de larvas do Aedes tem alto risco de proliferação em Santarém, aponta Lira

Foram inspecionados 4.378 imóveis entre os dias 9 e 13 de janeiro.

Foto: Ronaldo Ferreira

 

 

A média de infestação do mosquito Aedes aegypti em  Santarém, no Pará,  registrou média de 5,12. É o que aponta dados do Levantamento Rápido de Índice para Aedes Aegypti (Lira) realizado este mês, pelo Núcleo Técnico de Vigilância em Saúde (NTVS).

O Lira, metodologia criada pelo Ministério da Saúde para fazer o levantamento de índice de infestação nas cidades, tem o objetivo de identificar as áreas da cidade onde estão concentrados as maiores ocorrências de focos e criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, viabilizando o direcionamento das ações de controle para as áreas mais críticas.

Para a realização do primeiro Lira do ano, a Vigilância em Saúde dividiu a cidade em 12 setores de fiscalização, com 12 equipes de agentes de endemias, fazendo a coleta de dados dos possíveis focos do mosquito Aedes aegypti.

Balanço do Lira 

Dois setores estão com baixo risco de infestação, com índices de 0,84 e 0,69: distrito de Alter do Chão e a comunidade do Tabocal, respectivamente.

Quatro setores com médio risco:

3,79 – Aldeia, Centro, Fátima, Laguinho, Liberdade, Sale e Mapiri.

3,51 – Prainha, Santa Clara, Santíssimo e Santana.

3,76 – Alvorada, Amparo, Conquista, Santarenzinho e São Cristovão.

3,96 – Aeroporto Velho, Interventoria e Jardim Santarém.

Seis setores estão com alto risco:

6,35 – Aparecida, Caranazal e Esperança.

7,82 – Elcione Barbalho, Maracanã, Residencial Salvação e Nova Vitória.

7,69 – Cambuquira, Ipanema, Matinha, Nova República e Vitória Régia.

6,03 – Floresta, Diamantino, Santo André e São Francisco.

7,52 – Livramento, Área Verde, São José Operário, Uruará e Jutaí.

4,71 – Jaderlândia, Maicá, Pérola do Maicá, Mararú, Urumari, Urumanduba e Vigia.

 

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