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A medida atende aos casos revelados pela Operação Sem Desconto, deflagrada em abril deste ano, que expôs um grande esquema de cobranças irregulares feitas por entidades e associações usando filiações falsas.
Segundo o INSS, aproximadamente 800 mil pessoas que já haviam falecido foram vítimas dessas cobranças, somando cerca de R$ 700 milhões em descontos ilegais detectados após o início das investigações.
O detalhamento oficial do procedimento será publicado ainda nesta sexta-feira (14), mas o instituto já informou como herdeiros e pensionistas poderão solicitar o ressarcimento.
A devolução poderá ser solicitada por. pensionistas do segurado falecido ou herdeiros, quando não houver pensão ou quando também forem vítimas dos descontos.
Cada caso seguirá procedimentos específicos dentro da plataforma Meu INSS.
Para iniciar o processo, os herdeiros precisam comprovar a condição sucessória.
No Meu INSS:
Documentos exigidos são a escritura pública ou alvará judicial autorizando a contestação, documento de identificação e comprovante de endereço. A Central 135 também pode orientar o procedimento.
Depois que o INSS reconhecer oficialmente o herdeiro, é possível pedir o reembolso pelos seguintes canais:
No Meu INSS, o passo a passo é:
O levantamento oficial aponta que 98% dos beneficiários consultados disseram não reconhecer os descontos. Desde abril, já foram devolvidos R$ 2,5 bilhões a 3,75 milhões de aposentados e pensionistas. O governo prorrogou até fevereiro de 2026 o prazo para contestação das cobranças indevidas.
Com a nova norma, famílias de aposentados e pensionistas que morreram, mas tiveram descontos irregulares aplicados ao longo dos anos, finalmente poderão reaver os valores. A medida corrige falhas do sistema e amplia o alcance das devoluções, garantindo que nenhum recurso seja perdido por causa do falecimento do titular.