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Os itens tratam de um problema de probabilidade envolvendo lançamento de dados e de uma questão sobre diluição de solução. Ambos foram antecipados em março deste ano por Edcley aos seus alunos, que participavam de um grupo de monitoria. As mesmas situações-problema foram impressas nas provas oficiais em novembro e permanecem no gabarito válido divulgado pelo instituto.
Segundo apurado, Edcley identificou que questões utilizadas no Prêmio Capes de Talento Universitário serviam como pré-teste para o Enem. A partir disso, incentivou alunos a participar da avaliação, pediu que memorizassem itens e ofereceu pagamento por cada questão registrada. Com essas informações, criou um banco de perguntas utilizadas em aulas e em mentorias vendidas online.
As conversas mostram que ele comemorou o acerto dessas previsões após o exame, reenviando as mensagens antigas no grupo. Ele nega qualquer acesso privilegiado e afirma que as semelhanças seriam coincidências.
O Inep ainda não se manifestou sobre as duas questões não anuladas. O presidente do instituto declarou anteriormente que não há risco técnico para a segurança do Enem 2025. As investigações da Polícia Federal continuam em andamento, após apreensão de equipamentos do estudante.