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O estudo posiciona o Remo na 26ª colocação, alcançando um valuation de R$ 300 milhões, o maior valor econômico já registrado pelo clube. Entre 2020 e 2025, o crescimento total foi de 328%, o quarto maior aumento do Brasil no período, atrás apenas de Botafogo SAF, Red Bull Bragantino e Juventude. O Remo é, ainda, o clube mais valioso da Região Norte.
O levantamento analisa mais de 60 clubes brasileiros e considera ativos financeiros, patrimônio físico, receitas, valor do elenco profissional, investimentos na base e todos os ativos esportivos vinculados a federações e à CBF. A avaliação também inclui a força da marca, construída a partir de variáveis como potencial de mercado, desempenho esportivo, audiência, engajamento digital e receitas comerciais.
O desempenho financeiro recente reforça o avanço azulino: em 2024, o clube registrou R$ 38 milhões em receitas, R$ 31 milhões em custos de futebol, R$ 167 milhões em ativos totais e R$ 15 milhões em dívidas operacionais. Com isso, o valuation líquido do clube, já descontadas as dívidas, chega a R$ 285 milhões.
Outro destaque do relatório é o crescimento expressivo da marca Remo. O brand valuation atingiu R$ 17 milhões, aumento de 138% em um ano, e alta de 316% em cinco anos. O estudo avalia fatores como presença de torcida, engajamento, visibilidade, atuação comercial e o impacto das receitas associadas à marca.
O relatório destaca que o acesso à Série A pode multiplicar o valor econômico do Remo. Especialistas estimam que clubes com o perfil econômico do Remo podem crescer entre 40% e 70% no valuation no primeiro ano de participação na elite, dependendo da performance em campo e de estratégias de expansão da marca.
Com estabilidade administrativa, crescimento econômico, dívida controlada e um dos maiores índices de valorização do país, o Remo chega a 2026 vivendo seu momento mais promissor no século.